A 5ª temporada de House tenta regressar í s origens, apresentando alguns casos clínicos interessantes, apesar de raríssimos e altamente improváveis.
House continua intratável e consegue sempre fazer esquecer o doente e fazer centrar sobre si próprio as atenções de todos, desde a directora do hospital ao pobre do Dr. Wilson, que House manipula a seu belo prazer.
A meio da série, um dos seus discípulos suicida-se (devia querer mudar de emprego), House fica abalado, aumenta a dose de Vicodin, começa a ter alucinações (que o tradutor insiste em chamar “delírios”!) e faz um “cold turkey” com a ajuda da directora do hospital, acabando por ir para a cama com ela.
Vamos ver como os argumentistas descalçam esta bota na 6ª temporada: um House “clean” e tendo um caso com a Cuddy é capaz de não ter tanta graça.
A sexta temporada começa muito bem, fica MUITO má e depois recupera. Mas tens razão: é uma grande bota e não foi propriamente bem descalçada.
Depois do “michael knight”, e do “Macgyver”, esta e a série que me consegue colar ao ecrã. Assim como as outras séries consigo ver sem me aborrecer o memo episodio vezes sem conta.
Apenas vi os três primeiros episódios da 6ª série, mas são muito bons. Os ultimos da 5ª já começavam a aborrecer.
Lamento imenso, mas a premissa deste “post” está errada, para quem tenha visto o último episódio da 5.ª temporada – coisa que o autor deste blogue não fez.
É que nesse episódio revela-se que, afinal, toda a história do “cold turkey” e do envolvimento sexual com a Cuddy não passaram de mais uma alucinação do House, que continua tão agarrado ao Vicodin como antes. O episódio termina com o seu internamento (voluntário) numa clínica de desintoxicação, levado pela mão do sempiterno amigo Wilson.
Antes de se escrever sobre uma temporada, convém vê-la toda…
No heart feelings, que eu até gosto deste blogue (apesar das simpatias pelo PS me causarem alguma brotoeja…)
claro que vi a série toda; claro que vi o pobre do Wilson a levar o House para a clínica de desintoxicação; no entanto, não interpreto o caso com a Cuddy como sendo mais uma alucinação do House… enfim, opiniões diferentes…
Quanto í simpatia pelo PS lhe provocar broteja, 2 notas: tenho opções políticas – não partidárias; e tenho um bom remédio para a urticária, caso queira.