Michael C. Hall é o responsável por metade do êxito de Dexter, uma série negra, desenvolvida para televisão por James Manos Jr., a partir da novela de Jeff Lindsay.
Dexter é um perito forense da polícia de Miami que, simultaneamente, é um serial killer. No entanto, graças í educação do seu pai adoptivo, também ele polícia, Dexter foi canalizando os seus instintos assassinos para os “maus”.
E assim, Dexter faz o que, no fundo, muitos de nós gostaríamos que fosse feito: justiça pelas suas próprias mãos, matando os maus, embora com requintes de psicopata.
Como é habitual nestas séries, a galeria de personagens secundárias é rica e variada, permitindo histórias laterais. Por outro lado, episódio a episódio, vamos conhecendo a infância de Dexter, ao mesmo tempo que surge um duelo com outro psicopata que, afinal, conhece o seu segredo.
E, repito, a personagem criada por Michael C. Hall é excelente, não tendo nada a ver com a que o mesmo actor personificava em “Six Feet Under”, outra grande série.
Vejamos se a segunda temporada mantém o mesmo nível.
Três dias de gripe A (ou B…) e umas 9 horas de leitura e acabei com a trilogia “Millenium”, do sueco Stieg Larsson.
O wrestling não me diz nada, nunca fui capaz de ver um combate até ao fim, acho todo aquele folclore um pouco ridículo e, portanto, a minha expectativa era baixa, em relação a este filme.
Um homem muito velho está na cama de um hospital, vivendo os últimos dias da sua longa vida e vai desfiando as suas memórias para alguém (a filha, uma enfermeira, alguém que passa…)
Não consigo perceber por que razão este filme foi nomeado para o óscar de melhor argumento original, na medida em que não tem argumento propriamente dito.