Por favor: haja alguém que obrigue Santana Lopes a candidatar-se a Presidente do PSD!
8 meses sem fumar
240 dias sem cigarros!
Um êxito!
Posso afirmar que raramente me lembro disso.
No entanto, penso que serei sempre um ex-fumador e terei sempre que estar alerta para evitar as recaídas.
Para festejar, vamos fugir daqui para fora no próximo dia 26!
Mais Apelidos
Aqui vão mais seis apelidos, cinco dos quais têm graça, sobretudo, pela adjectivação:
– Coelho Salvador
– Grilo Rosado
– Fradinho Salgado
– Cana Verde Rico
– Gaita Grave
– Conceição Cagarelho
Exceptuando o Cagarelho, que não fica nada bem í Conceição, nem a ninguém, temos um coelho que salva, um grilo cor-de-rosa, um frade que não é insosso, uma cana verde com problemas de concordância no género e uma gaita com sons baixos.
Continuo í coca…
Piada fácil
A conspiração dos Filipes
Luis Filipe Scolari,
Luis Filipe Menezes,
Luis Filipe Vieira:
RUA!!!
A namorada de Sócrates e o PSD de Menezes
O novo PSD, o de Menezes, não quer que a jornalista Fernanda Câncio seja contratada pela RTP-2 para fazer um programa qualquer sobre bairros sociais ou coisa que o valha.
E por que será que o novo PSD, o de Menezes, não quer a Câncio na RTP-2.
Porque é má jornalista, tem os dentes podres, é feia como o demo, é malcriadona e diz asneiras a toda a hora?
Não.
O novo PSD, o de Menezes, não quer a Câncio na RTP-2 porque tem «um relacionamento com o primeiro-ministro», segundo disse Rui Gomes da Silva, um dos chefes do novo PSD, o de Menezes, que também já foi um dos chefes do PSD do Sr. Lopes, o Santana.
Fiquei chocado quando li esta notícia. Eu, que pensava que o engenheiro Sócrates, além de ser apenas engenheiro técnico, era, também, um bocado misógino, havendo até, quem tivesse dito, durante a campanha eleitoral, que ele poderia ser homossexual – afinal, tem uma namorada!
Chama-se Fernanda Câncio e Sócrates até já mexeu os cordelinhos para ela ir trabalhar para a RTP e fazer reportagens que hão-de arrastar o Luís Filipe Menezes pela lama e destruir o seu novo PSD.
Se isto não é teoria da perseguição, é conversa de porteiras.
Sem ofensa para as porteiras…
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Jardim sem graça
Alberto João Jardim faz lembrar aqueles cómicos que nos massacram com piadas e graçolas, anos e anos a fio. No princípio, achamos graça e até dizemos que o tipo tem jeito. Passado algum tempo, dizemos que o fulano se está a repetir e que começamos a ficar fartos. Finalmente, já não podemos ver o homem í frente.
O mesmo se passa com Jardim. Há 30 anos, talvez lhe achássemos graça – agora, até enjoa.
A última de Jardim – sobre o facto de não existir sessão solene da Assembleia Regional, para dar as boas vindas ao Presidente Cavaco, disse: «eu acho bem não haver uma sessão solene, acho que era dar uma péssima imagem da Madeira mostrar o bando de loucos que está dentro da Assembleia Legislativa (…). Eu cá não apresento aquela gente a ninguém (…). Acho que isso ia ter repercussões negativas no turismo e na própria qualidade do ambiente».
Não é preciso recordar que o “bando de loucos” a que Jardim se refere, foi eleito pelo povo da Madeira – o mesmo que elege, cronicamente, Alberto João.
Que me desculpem alguns madeirenses, mas têm o dirigente que merecem…
“Third”, dos Portishead
Nunca fui muito í bola com a música dos Portishead. Aquela coisa dos discos parecerem riscados, sempre me pareceu um truque intelectualóide. E a voz da menina irritava-me, sempre tão aflita, tão deprimida, tão “tirem-me daqui, que não suporto viver”! A arte como sofrimento encenado, sempre me fez comichões. Além disso, confesso que também nunca os ouvi com atenção.
Em 2005, no entanto, a voz de Beth Gibbons despertou-me a atenção, no disco “Cinema”, de Rodrigo Leão. Ela canta o tema “Lonely Carousel”, nesse disco. E fiquei com vontade de ouvir melhor os discos dos Portishead.
Agora, que saiu o terceiro, exactamente chamado “Third”, fiz uma revisão da matéria e posso dizer que gosto, mas em doses pequeninas, como um bom whisky. Ontem, por exemplo, decidi ouvir os três discos de enfiada e sobrevivi com alguma dificuldade. Tanta melancolia deixa um gajo deprimido!…
Sopranos – 6ª série
Chegou ao fim a mãe e o pai da nova geração de séries de televisão e, sem dúvida, uma das melhores.
Acabou em boa altura. A família está numa encruzilhada: Meadow quer ser advogada e defender as minorias; A. J. quer ir para a tropa, representar os States no Afeganistão; Carmela adapta-se í s mortes, í s amantes, a tudo, desde que tenha uma casa na praia, um relógio com diamantes ou um bom carro; Tony Soprano depois de levar um tiro do tio, mata o seu próprio sobrinho e vê o seu braço direito, Sílvio Dante, moribundo, ligado í s máquinas.
A sexta série é uma das mais violentas e mais abjecta, em termos de sentimentos. Toda a psicopatia daquela malta é revelada em todo o seu esplendor. O desprezo pela vida, ao mesmo tempo que as tradições da família são preservadas a todo o custo.
O modo abrupto como a o último episódio termina foi uma boa opção, como quem diz que a história, afinal, continua mas, valerá a pena continuar a contá-la?
Mamas de silicone vencem Simpsons
O país de Hugo Chavez continua a surpreender.
A entidade reguladora da televisão venezuelana, que é uma entidade estatal, decidiu proibir a emissão dos Simpsons, por considerar que se trata de uma série “imprópria para crianças”.
Em seu lugar, a Televen (a RTP lá do sítio), começou a emitir a série Baywatch.
De facto, as crianças venezuelanas, sobretudo os rapazinhos, devem achar mais interessante ver as maminhas de silicone a saltitar das meninas das Marés Vivas, em vez dos bonecos amarelos dos Simpsons a beber cerveja e a arrotar.
Resta dizer que o nome da entidade reguladora da televisão Venezuela é, ela mesma, “imprópria para crianças”, já que se chama Conatel…
