“A Morsa – Contos de Inocência e de Violência” (2026)

Que coisa mais desenxabida!

Fui levado a comprar este livrinho por uma crítica lida já nem sei onde (Expresso? Público?). Gosto de livros de contos, e comprei-o com essa intenção.

A autora nasceu em 1984 e tem muito boa imprensa porque este livro é mau, muito mau.

Consegui ler até à página 78 e desisti quando li:

“Vera levantou-se e atendeu: alguém lhe disse que o pai morrera. Morrer não é só desaparecer e deixar de ser visto, é também deixar de existir. É parecido como viajar, porque quer o morto quer o viajante estão ausentes, só que o morto já não existe e, porque ainda existe, o viajante pode voltar a ser visto”.

Ó Ana Cláudia, vai dar banho ao cão!

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