A ministra invisível e o primeiro-ministro que não sabe português

Perante a tragédia provocada pela tempestade Kristin, a ministra da Administração Interna apareceu, finalmente, três dias depois. Justificou essa ausência, dizendo que esteve a trabalhar “em contexto de invisibilidade, no gabinete”.

Toda a gente sabe como é difícil a vida das pessoas invisíveis, como muito bem descreveu H. G. Wells no seu livro de 1897.

Deve ter sido difícil para a ministra conseguir tornar-se visível, uma vez que envolve uma reação química que pode pôr em risco a própria vida.

O que vale à Dona Maria Lúcia Amaral é que tem sempre o respaldo do Presidente Marcelo que – como todos sabemos – nunca pediu a demissão de nenhuma ministra invisível.

Quanto ao primeiro-ministro Montenegro, ficou tão espantado com os estragos da tempestade que até se esqueceu do significado das palavras.

Disse ele que esses estragos eram “muito vultuosos, mais do que era espectável”.

Por um lado, Montenegro estava à espera de 30 ou 40 árvores caídas e afinal caíram muitas mais; por outro lado, “vultuosos” significa “rostos inchados, congestionados, edemaciados – não confundir com “vultosos”, de grande vulto, enormes, grandes como o caraças.

Triste país que tão maus governantes escolheu…

O Soldado Desconhecido

Só sabemos que se chama Luís e que, na lapela, exibe o seu tipo de sangue: AB +.

Entrega-se a quem provar que lhe pertence.

Foi com esta foto que o Governo, na pessoa do primeiro-ministro, decidiu anunciar que “Portugal antecipa compromisso com a Nato”.

Este pantomineiro que, muito provavelmente, nunca vestiu uma farda, arma-se em militar e afivela aquele ar sério, escondendo o seu habitual sorriso cínico.

E depois, exibe o seu grupo sanguíneo, como esperasse ser ferido em combate – quem sabe por algum estilhaço de um míssil balístico enviado por Putin e apontado a Espinho, mais precisamente, ao seu bunker isento de IMI.

É assim que estamos…

O André Ventura sofre de azia do miocárdio

Ontem à noite, num comício em Faro, André Ventura, o 4º pastorinho de Fátima teve um ataque de azia do miocárdio.

De súbito, sentiu uma dor no esófago provocada certamente por água envenenada por um grupo de ciganos de Faro.

Lançando a mão ao peito, caiu no palco, sendo amparado por alguns dos seus alcoólicos.

Levado para as urgências do Hospital de Faro, esperou horas na urgência até ser atendido.

Finalmente, lá apareceu um médico estrangeiro que lhe deu um Kompensan e um enfermeiro que fez o favor de lhe espetar uma agulha no braço.

Esta manhã, visivelmente alquebrado, Ventura surgiu com o braço quase ao peito e foi logo deitar-se numa cama de um hotel para descansar.

A Senhora de Fátima foi com ele…

O farol fundido

Luís Montenegro – esse grande político e empresário espinhense – declarou-se farol deste país.

E depois, foi a banhos.

Resultado: molhou o farol e o farol fundiu-se!

Toda a gente sabe que não se deve molhar o farol. já George Constanza chamava-se a atenção para a chamada “shrinkage” do farol, sempre que é mergulhado em água.

E é assim, com um candidato a primeiro-ministro com o farol encolhido que temos que aguentar mais uma semana de campanha eleitoral!…

Grupo Excursionista “Os Montenegros”

Foi um sucesso a nossa excursão ao Mercado do Bolhão, no Porto. Visitámos demoradamente as bancas dos legumes e das frutas, as diversas bancas de peixe, os talhos e tudo e tudo.

Fomos muito bem recebidos pelas vendedoras com quem trocámos muitos beijinhos e abraços.

No fim, tirámos esta linda foto.

Estamos já a organizar excursões aos mercados de Benfica e de Arroios!

Deputado do Chega: a culpa é da mãe!

Miguel Arruda, deputado do Chega pelos Açorews, foi apanhado a roubar malas nos aeroportos de Lisboa e de Ponta Delgada. Alegadamente.

Difícil perceber tal atitude.

Mas basta ver o seu currículo para perceber: Arruda tem um Mestrado em Ciências Biomédicas, outro em Ambiente, Saúde e Segurança, uma pós-graduação em Segurança Alimentar e Saúde Pública, outra em Engenharia de Qualidade, para além de uma licenciatura em Ciências Biológicas e da Saúde – mas afinal, o que o Miguelito queria era ser um simples trabalhador de handling.

Estas mães castradoras!…