Já se sabe que Nip/Tuck é a série mais “kinky” da televisão.
Basta dizer que Matt, o filho do cirurgião McNamara que, afinal é filho do outro cirurgião, Christian Troy, uma vez que a sua mães, Julia, dormiu com os dois cirurgiões, muito antes de descobrir que era lésbica, pois Matt casou-se com uma ex-atriz porno, que já fora casada com o Dr. Troy e com ela teve uma menina que, aos 18 meses, já leva com Botox nos lábios para poder fazer campanhas publicitárias.
Depois, os casos clínicos vão desde o tipo que tem o corpo coberto de verrugas enormes, passando pela mulher que corta uma das mamas com uma serra eléctrica na recepção da clínica, e culminando com o tipo que quer fazer uma redução do pénis porque passa o tempo a fazer broche a si próprio.
Esta é mais uma daquelas séries que exige, do espectador, a aceitação do “setting”. Se o aceitarmos, divertimo-nos pela certa.
E a produção é excelente, com o guarda roupa dos actores a condizer com os sofás, ou os cortinados.
Por mim, pode continuar durante mais algumas temporadas.
O ER sem o Dr. Greene já não era grande coisa – agora, sem o Dr. Carter e sem a Dra. Weaver, o ER não passa de um SAP de segunda categoria.
Michael C. Hall é o responsável por metade do êxito de Dexter, uma série negra, desenvolvida para televisão por James Manos Jr., a partir da novela de Jeff Lindsay.
O wrestling não me diz nada, nunca fui capaz de ver um combate até ao fim, acho todo aquele folclore um pouco ridículo e, portanto, a minha expectativa era baixa, em relação a este filme.
Não consigo perceber por que razão este filme foi nomeado para o óscar de melhor argumento original, na medida em que não tem argumento propriamente dito.
“Prison Break” é o exemplo acabado de uma boa ideia completamente estragada por necessidades contratuais.
Ao contrário de “Milk”, este filme de Ron Howard conseguiu prender a minha atenção do princípio ao fim, apesar de abordar um episódio muito específico da história recente dos EUA, episódio que desconhecia em absoluto.
Se eu disser que “Milk” não me aqueceu nem arrefeceu, posso ser acusado de homofobia, mas não é o caso.
Por razões maiores e por pormenores.
4. Cada série debruça-se sobre um sector da cidade: os bairros sociais, o porto de Baltimore, as escolas, o jornal Baltimore Sun, a Câmara Municipal.
Meryl Streep interpreta o papel de freira chefe, mázona, na Saint Nicholas Church School e foi nomeada pela enésima vez para o óscar de melhor actriz.