Tenham medo! Tenham muito medo!

É um orgulho nacional!

É um orgulho ter um ministro da Defesa como o Nuno Melo!

Ei-lo aqui, em pose de ataque, João Nuno Lacerda Teixeira Melo, nascido em Joane, em 1966, formado em Direito pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique – mais alguém pega numa arma como o Nuno Melo?!

Já viram aquela postura?

E o olhar? Já repararam naquele olhar sereno, mas firme, pronto para atacar quando for preciso?

Deve ter aprendido na recruta.

Não fez tropa? Não pode ser, não acredito!

Basta ver a postura, o penteado…

Por alguma razão a administração Trump diz que Portugal é um aliado inequívoco. Os restantes países da Nato podem duvidar, mas nunca Portugal, com um ministro da Defesa como o Melo!

Estaremos prontos para tudo, sr. Marco Rubio!

O que vai ser a seguir? Cuba?

Ok, cá estaremos para apoiar, nos Estrangeiros, Rangel, na Defesa, Nuno Melo!

Que ninguém o pare!

Houve duas coisas de que gostei muito na noite eleitoral.

Uma, foi a maneira sentida, vibrante, máscula, í  homem, como Paulo Portas, com uma lágrima no canto do olho, se abraçou a Nuno Melo.

Por momentos, pensei que iam arrancar o braço um ao outro, tal o vigor aplicado naquele abraço.

Os homens a sério vêem-se neste gestos(*).

A outra, foi ver Paulo Rangel a ocupar metade do palanque e rodeado por 152 jovens pê-esse-dês, imberbes, a gritarem: “Ninguém pára o Rangel! Ninguém pára o Rangel! Ninguém pára o Rangel, olé-ó!”.

Concordo plenamente.

Posto a rolar, em direcção a Bruxelas, espero bem que ninguém o pare e que o deixe rolar, Europa fora, até aos Urais.

(*) – Os homens? A sério?! Vêem-se nestes gestos?

Os homens!… A sério que se vêem nestes gestos?

Os homens a sério vêm-se nestes gestos?