No jobs for the boys, claro.
Apenas holly jobs para certains boys.
O totoloto tem os dias contados…
aqui desde 1999
Olhem bem para ele, de cravo na mão, este perigoso marxista-direitista, este admirador de Lenine e de Bento 16, este maoista do Largo do Caldas.
Se Portas for para o governo, teremos Cuba do nosso lado e importaremos alta tecnologia da Coreia do Norte.
Com a nova colocação do CDS na cena política, í esquerda do PSD, como Portas afirmou, teremos que repensar tudo e talvez uma coligação alargada CDS-PCP-Bloco comece a fazer sentido.
Portas já andava a ameaçar, com todo o seu apoio í lavoura e í s pequenas e médias e empresas.
Agora, é definitivo: agora, o cravo. Amanhã, a foice e o martelo!
Eduardo Catroga mostrou, mais uma vez, toda a sua ignorância ao dizer aos jornalistas que “andam a discutir pintelhos, em vez de discutir coisas mais sérias”!
Sr. Eduardo: os pintelhos são uma coisa muito séria e só me admira que uma pessoa da sua idade ainda não se tenha apercebido disso.
A menos que, devido exactamente í idade, já os tenha em tão pouco número, que já não lhes liga a devida importância.
Repare, Sr. Eduardo: se a pintelheira não fosse importante, teríamos as parte pudendas glabras (se é que conhece o termo…).
Digo-lhe: estou verdadeiramente preocupado com o senhor.
Começa por dizer que a sua “geração só fez porcaria“, depois engana-se na taxa do IVA da cerveja, confundindo-a com a do vinho (sacrilégio!) e agora vem dizer que os pintelhos não são um assunto sério!
Só de pensar que o senhor poderá vir a ser ministro das Finanças, até se me arrepelam os pêlos.
Incluindo os pintelhos!
Bom conselho, o de Relvas.
Cada vez que Passos Coelho fala, dá um tiro no pé.
Disse que tinha sido informado do PEC-4 por um simples telefonema e, afinal, encontrou-se com Sócrates, a sós, em São Bento.
Não consegue que dirigentes destacados do PSD aceitem fazer parte das listas de candidatos a deputados, caso de Luis Filipe Menezes, António Capucho, Marques Mendes ou Manuela Ferreira Leite.
Volta-se, então, para um senhor que, ainda em fevereiro, dizia que nunca aceitaria candidatar-se a um cargo partidário. “Categoricamente não!”, exclamou Fernando Nobre.
Era tudo a fingir, claro!.
O homem quer é ser presidente!
E já que o povo não o elegeu presidente da República, não se importa de ser eleito deputado pelo PSD, depois ser eleito presidente da Assembleia da República e depois, esperar que dê uma travadinha ao Cavaco (afinal, o homem tem 70 anos…), de modo a que ele, segunda figura da Nação, possa exercer o cargo de presidente da República interinamente.
Passos deve pensar que esta sua decisão foi uma jogada de mestre!
Coitado!…
Mas enfim… pouco podemos esperar de quem tem como mentor esse grande pensador que é… í‚ngelo Correia!…
O Sol titula, na 1ª página: «Cavaco afinal vendeu barato».
O Expresso titula, na 1ª página: «Cavaco comprou acções a preço de saldo».
Eu quero lá saber se o Anibal comprou acções do BPN a preço de saldo e as vendeu mais baratas do que outros accionistas!
Eu quero lá saber se, com este joguinho, o Anibal e a sua filha, ganharam mais de 300 mil euros em dois anos!
Eu quero lá saber que o Cavaco tenho conseguido esta fortuna rápida porque era grande amigo do Oliveira e Costa, que foi seu secretário de Estado e que, neste momento, é o responsável por uma fraude que nos está a custar – a todos – uma porrada de euros (dizem que cada português já deu 500 euros ao BPN, e como há muitos portugueses que não dão nada a ninguém, porque não pagam impostos, há muitos, entre os quais me incluo, que já devem ter dado muito mais que isso, o que quer dizer que uma parte da fortuna rápida do Aníbal e da filha está a ser paga por mim, PORRA!)
Eu quero lá saber que o dinheiro investido pelo Aníbal tenha sido fruto do seu trabalho!
O que me irrita solenemente é que o homem tenha a mania que é o mais honesto de Portugal, chegando ao ponto de proclamar que ainda há-de nascer duas vezes quem seja mais honesto que ele!
O gajo confunde honestidade com oportunismo. Ninguém diz que o que ele fez com as acções do BPN é desonesto – mas por que carga de água ele vendeu as acções apenas dois anos depois de as ter comprado e, ainda por cima, com um lucro de 140%?
O que é que a honestidade tem a ver com isso?
E por quer razão ele – que é tão bom, que é tão honesto, que é tão competente – deixou que a campanha para as presidenciais resvalasse para este lodaçal de dúvidas sobre a sua própria honestidade?
Estamos lixados, malta!
No próximo dia 23 vamos eleger um presidente medíocre, amedrontado, disléxico e fraco e, logo a seguir, chega o FMI!
Merda de começo de ano!
A Conferência Episcopal reuniu-se em Fátima e, no final, produziu um documento.
Foi o seu presidente, o bispo D. Jorge Ortiga que o leu publicamente, tendo o descaramento de dizer coisas como:
«A comunidade humana não pode pactuar com a teoria dos consensos políticos mínimos que geralmente não resultam em soluções sustentadas».
Mas o que raio quer o Ortiga dizer com isto? Que a malta deve rejeitar o acordo PS-PSD para o Orçamento? Ou que não devemos pactuar com o pedido esfarrapado de desculpas que o Papa fez aos católicos norte-americanos e irlandeses pelos padrecas andarem a comer os meninos e as meninas dos orfanatos?
E o Ortiga acrescentou:
«O sentido de responsabilidade pública e de participação na vida democrática exigirá líderes com propostas novas e sérias que visem promover a equidade e a coesão da sociedade portuguesa».
Será que os bispos estão a sugerir que alguém derrube o Governo e instale, quem sabe, uma ditadura salazarenta, tão do agrado da igreja católica, que tão bem com ela conviveu durante décadas, com o Cerejeira e outros bajulando o Salazar e o Tomaz e o Caetano e o catano?!…
E o discurso prossegue neste tom, metendo-se onde não é chamado, dando bitaites sobre política, como se precisássemos de mais comentadores! Mas esta frase tira-me do sério:
«Sem o testemunho e os exemplos das lideranças, como poderá exigir-se sacrifícios í s pessoas?»
Tal e qual, Ortiga – vê-te ao espelho e talvez possas anunciar a renúncia das altas hierarquias católicas ao fausto e í s honrarias!
Nota: isto saiu sério demais, mas este Ortiga deu-me azia, carago!