Foi no dia 1 de Novembro de 1999 que meti o Coiso na net.
A página de O Coiso foi toda desenhada pela Dalila e a sua forma original pode ser vista aqui.
O Coiso na net começou por ser um local onde coloquei textos que escrevi para muitos sítios, sobretudo, o Pão Comanteiga (programa-âncora da Rádio Comercial dos anos 80), o Uma Vez por Semana (o seu programa sexual), Pé de Vento, Pé de Cabra, Pau de Canela, Bisnau, A Quinta do Dois, Um, Dois, Três, etc, etc – e, claro, o próprio O Coiso, “o semanário humorístico com maior penetração no país”, e que durou apenas 13 semanas, em 1975.
Depois, a pouco e pouco, transformei este Coiso numa espécie de blog pessoal, onde publiquei as Memórias de um Fumador. Não gostei da exposição. Arrependi-me de partilhar com desconhecidos os altos e baixos da vida. Desisti do tom intimista e voltei ao tom “jornalístico”.
O “problema” é que, desde a infância que gosto de inventar jornais.
Assim, este Coiso é, sobretudo, uma necessidade – e um gozo.
O Coiso – jornal, foi um projecto meu, do ílvaro Belo Marques, do Mário-Henrique Leiria, do Ruy Lemus, do José António Pinheiro, do Carlos Barradas e de mais uns quantos maduros que giravam na órbita do jornal República, ainda antes do 25 de Abril de 1974.
Era um projecto “anarquista”, daqueles que não pode durar muito tempo porque se auto-destrói por natureza.
Chamava-se O Coiso, porque era (e é…) assim que a Mila se referia í s mais variadas coisas, pessoas, atitudes, acontecimentos – «passa-me aí o coiso», «viste aquele coiso?», «olha, acabou-se-me o coiso»…
Assim, í pergunta: «como se há-de chamar o jornal?», acabámos por concordar em “O Coiso”, porque, de facto, aquilo não era bem um jornal, nem uma revista, nem nada de definível… era um coiso.
Portanto, com a ajuda da Dalila e do Pedro, O Coiso está na net há 10 anos.
Prometo, para já, mais 10 anos.
E bom Natal, pá!
Já se sabe que Nip/Tuck é a série mais “kinky” da televisão.
Li críticas que diziam que este era o melhor romance de Paul Auster dos últimos tempos.
Pareceu-me um bom investimento, comprar este livrinho, onde estariam compilados, por temas, os principais aforismos de Oscar Wilde.
O ER sem o Dr. Greene já não era grande coisa – agora, sem o Dr. Carter e sem a Dra. Weaver, o ER não passa de um SAP de segunda categoria.