Hoje, feriado, é dia de Nossa Senhora da Conceição.
Foi nas Cortes de 1646 que D. João IV decretou que a Virgem Nossa Senhora da Conceição se tornasse a padroeira do reino. Agradecendo-lhe o facto de Porttugal ter reconquistado a sua independência, deixou de usar a coroa de rei e, desde então, mais nenhum rei português usou tal coisa. A coroa passou a pertencer í Nossa Senhora da Conceição, que costuma ser representada com aquilo na cabeça.
Vem isto a propósito de me sentir um pouco culpabilizado por usufruir de um feriado católico.
De facto, é completamente idiota ser feriado nacional o dia em que se celebra sei-lá-o-quê relacionado com uma das representações da mãe de Jesus Cristo, neste caso, com a designação de Conceição e que, em tempos, foi padroeira de uma Coroa que já não existe desde 1910.
É tão idiota como se fosse feriado nacional o dia do nascimento de Maomé, ou o dia em que Buda subiu aos céus.
Aposto que, se fizerem um inquérito por aí, uma boa percentagem das pessoas não faz ideia por que raio é que hoje é feriado.
Mas, olhem, fiz 15 km de bicicleta, comi um grande cozido í portuguesa e não fiz nada de útil, o que é bom.
Obrigado, Conceição!
Quando estes dois rapazinhos nasceram, em 1975, já Simon e Garfunkel estavam separados há muitos tempo. No entanto, foi a eles que Erlend â±·ye e Eirik Glambek Bâ±·e foram buscar o estilo calmo e tranquilo, as guitarras dedilhadas e os restantes instrumentos acústicos, as melodias e as harmonias vocais.
Que pena, que raiva, que frustração não ter tido a iniciativa de programar a minha vida de modo a poder ir ver Tom Waits, por exemplo, a Milão!
Michael C. Hall é o responsável por metade do êxito de Dexter, uma série negra, desenvolvida para televisão por James Manos Jr., a partir da novela de Jeff Lindsay.
Três dias de gripe A (ou B…) e umas 9 horas de leitura e acabei com a trilogia “Millenium”, do sueco Stieg Larsson.