Meryl Streep interpreta o papel de freira chefe, mázona, na Saint Nicholas Church School e foi nomeada pela enésima vez para o óscar de melhor actriz.
Philip Seymour Hoffman é o padre Flynn e foi nomeado para o óscar de melhor actor.
Amy Adams é a freira boazinha, professora de História e Viola Davis é mãe do único aluno de raça negra – ambas foram nomeadas para o óscar de melhor actriz secundária.
Shanley adaptou para o cinema a peça de teatro que ele próprio escreveu e levou í cena em 2004 e foi nomeado para o óscar de melhor argumento adaptado.
E apesar destas 5 nomeações, não posso dizer que o filme me tenha tocado.
Será que o padre Flynn é pedófilo, sentou o miúdo negro no colo e o acariciou, enquanto lhe lia a Bíblia?
Who cares?
Claro que a Streep é boa actriz, claro que o Hoffman é capaz de ser bom atrás, mas não chega para prender a minha atenção.
Li críticas contraditórias a este filme, que proporcionou a Kate Winslet, este ano, o óscar para melhor actriz. Eu gostei.
Não se pode dizer que o principal interesse deste filme reside nos magníficos chapéus que a Duquesa de Devonshire exibe, mas quase (óscar para melhor guarda-roupa, este ano).
Um grande dramalhão, adaptação de um romance de Richard Yates que foi finalista do National Book Award, em 1962.
Partindo do princípio que a Rachel (Rosemarie DeWitt) nos convidou para o seu casamento, é muito indelicado, da parte da sua irmã Kym (Anne Hataway), querer ser sempre o centro das atenções.
Ao contrário de Woody Allen, Clint Eastwood está a ficar cada vez melhor com a idade.
As férias também dão para isto: ver filmes em atraso.
Por que razão teima Woody Allen em fazer um filme todos os anos?
O Diário de Notícias e o Público ofereceram uma série de dvd nas últimas semanas.
Gosto destes filmes americanos, com o ritmo lento das grandes planícies e as histórias aparentemente simples de pessoas muito perturbadas.